terça-feira, 7 de abril de 2009

potage cressonnière

Mais outra sopa, super fácil de fazer e bastante saborosa.

potage cressonnière

Potage cressonnière

500g de batatas
um maço de agrião
1,5 l de água
100g de creme de leite espesso (também conhecido como "nata" no sul do país)
sal e pimenta preta

Descasque, e corte as batatas em pedaços, grosseiramente, leve ao fogo em água temperada com sal. Deixe ferve e reduza o fogo, cozinhe por cerca de 30 minutos.
Lave o agrião, separe os talos das folhas, pique-os e reserve algumas folhas para a decoração.
Junte o agrião às batatas e deixe cozer mais 10 ou 15 minutos. Bata no liquidificador ou usando um hand-mixer, junte o creme de leite e acerte a pimenta e o sal.
Transfira para uma sopeira previamente aquecida, decore com as folhas de agrião e sirva!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

velouté de abobrinha

sopeira individual

Estava vendo os links salvos nos meus favoritos, quando encontrei este aqui, que a Vera do cerâmica edição limitada me mostrou um dia, enquanto conversávamos pelo messenger. Acho que salvei o link por dois motivos, a receita é claro e também pela louça, tão bonita, uma das minhas favoritas da Gien, a namoro faz tempo, mas não tem cabimento eu pensar em comprar mais louças hehehe...
A descrição do preparo é bem simples: Faça uma sopa, à vossa maneira, com algumas abobrinhas, batatas, um cubo de caldo. Bata com o handmixer, com algumas folhas de hortelã... acerte o sal, a pimenta e deguste!
Simples não?

velouté de courgette

Bom, a minha maneira foi a seguinte: Refoguei em azeite meia cebola picada, até ficar translúcida, juntei 2 batatas descascadas e cortadas em cubos, e as cobri com caldo de legumes, caseiro, com um pouco de sal. Deixei ferver, baixei o fogo e lá deixei até a batata cozer, então juntei 3 abobrinhas, cortadas em cubos e ainda com a casca. Mais uns 10 minutos no fogo e bati tudo no liquidificador, com algumas ervas da hortinha. Infelizmente a minha hortelã morreu, então usei outras ervas. Mas a sopa ficou bem gostosa, acabei de tomar, aqui mesmo na escrivaninha, pra contar pra vocês :)

velouté de courgette

quarta-feira, 1 de abril de 2009

a rosa é uma rosa...

a rosa é uma rosa...

A rosa é uma rosa
E sempre foi rosa.
Mas hoje se usa
Crer que a pêra é rosa
E a maçã vistosa
E a ameixa, uma rosa.
Pergunta a amorosa
Que mais será rosa.
Você, claro, é rosa –
Mas sempre foi rosa.

A rosa é uma rosa, mas diferente do poema ("A família da rosa") de Robert Frost, ela nem sempre foi rosa, ela já foi açúcar. E não, não é uma daquelas flores em pasta americana, é uma técnica chamada pastillage, que diferente da pasta americana, não leva nenhum tipo de gordura e depois de seca, endurece, como um torrão de açúcar. Não vou publicar a receita, mas adianto, usei somente 3 ingredientes, vinagre branco (de álcool), açúcar e folhas de gelatina. Ah, sim, também algumas gotas de essência de baunilha. Depois de secar, o único sabor que irão sentir é o de açúcar, nenhum ranço de gordura vegetal grudando no céu da boca, como acontece com a pasta americana. Usando a mesma pasta, fiz também alguns confeitos de açúcar e marcadores de mesa. Mas sobre isso eu falo num próximo post.
P.S. Hehehe, as folhas não, não são feitas de açúcar, são folhas naturais da minha roseira.

sábado, 21 de março de 2009

panelas brilhantes

La recouresse

Até mesmo no século XVIII, a criada retratada por André Bouys em "La récureuse" já sabia, não se pode ter panelas de cobre ou pratarias bonitas sem esforço. Não sei o que se usava naquela época, mas hoje em dia para cobre se usa Brasso® e para prata Silvo®, mais um pano macio e algum esforço e pronto, está tudo brilhando!

panelas de cobre

E as panelas ainda vão te servir como espelhos! :)

sexta-feira, 20 de março de 2009

multiculturalismo cativante

five o'clock tea

Outro dia eu estava tomando chá, olhando tudo que estava na bandeja dei risada, me lembrei de um comentário que Jean Paul Brigand do blog La cuisine du jardin fez sobre o meu blog no post "Cuisines de la diversité" (cozinha da diversidade), ele comentou o seguinte:
"La passion de bons produits dans un multiculturalisme captivant : La cuisine d’un brésilien francisé: Panela de cobre - casserole en cuivre" (A paixão por bons produtos em um multiculturalismo cativante, a cozinha de um "brasileiro afrancesado": Panela de cobre).
Certo, meu riso ainda não deve fazer muito sentido pra vocês. Mas olhando a bandeja reparei que as madeleines, receita francesa, foram assadas em forminhas francesas, mas que foram compradas nos Estados Unidos e mandadas pra mim aqui no Brasil, o chá, preto, foi cultivado no Sri Lanka (antigo Ceilão), mas enlatado na Inglaterra e então importado para o Brasil, a colher polvilhadeira de açúcar, é prata holandesa do século XIX, acho que totalmente brasileiro só mesmo o açúcar, orgânico em cubinhos. Ah, e a colherinha de chá também, prata brasileira, de contraste 10 dinheiros (usado durante o império, século XIX).
Se sou um "brésilien francisé" não sei, mas hoje em dia vivemos mesmo cercados por influências e produtos do mundo todo, alguns criticam isso, mas eu acho fantástico!

Chás e madeleines

quinta-feira, 19 de março de 2009

ralador de alhos provençal

ralador de alhos provençal

Eis o segredo do tempero das perdizes, alho, ralado neste ralador de alhos provençal, outro presente da minha amiga Chantal. Ralei alguns dentes de alho, sumo de limão siciliano, vinho branco seco, alecrim, sal, pimenta branca do moinho e um pouco daquele meu azeite de limão, algumas horas antes de assar. Não deve dourar demais para que a carne não fique dura e seca. Outra dica legal para perdizes assadas, é usar algumas fatias de bacon sobre elas na hora de assar, ajuda a não deixar a carne seca.
Eu não disse que era simples?

sexta-feira, 13 de março de 2009

detesto lavar louça

lavando louça

Eu já disse aqui que detesto lavar louça? Pois bem, eu detesto, pra mim lavar louça é uma enorme maçada. Depois de lavar louça sinto cada vez perder um pouco da minha dignidade.

quinta-feira, 12 de março de 2009

madeleines

Contam que estes bolinhos teriam sido criados por uma criada de Stanisław Leszczyński (ex rei da Polônia e sogro de Louis XV), o rei em retribuição, deu o nome dela (Madeleine) aos bolinhos. Mas uma história mais detalhada, prefiro deixar com o Sébastian Durand.
Para esta receita, li cerca de 20 receitas de madeleines, e ainda contei com a ajuda de alguns amigos, aproveitando as dicas de todos. No livro "Ducasse de A a Z", o autor descreve as madeleines de forma tão romântica, que eu cismei em querer uma receita que fosse como a que ele descreve, o mais simples possível, sem fermento ou aromatizantes.

madeleines

Madeleines

65g de farinha de trigo
65g de manteiga clarificada*
65g de açúcar
1 ovo e mais uma gema, em temperatura ambiente

Em uma tigela, bata o ovo mais a gema e o açúcar, até que a mistura fique clara e espumosa.
Adicione a farinha peneirada à mistura e mexa com uma espátula. Junte a manteiga e misture. Deixe que a massa repouse por pelo menos 2 horas em um local fresco.
Pré-aqueça o forno a 240°C., unte e enfarinhe a forma de madeleines (batendo bem para retirar o excesso de farinha), coloque a massa num saco de confeitar com bico liso e preencha com a massa os alvéolos da fôrma.
Leve ao forno e passados 5 minutos, reduza a temperatura para 200°C., isto dará às madeleines a tradicional corcova.
Retire do forno quando as madeleines estiverem secas quando espetadas com um palito e quando já estiverem com uma cor dourada.
Solte-as da forma ainda quentes, e deixe que repousem nos alvéolos da fôrma, que deve ser mantida perto do fogão, para que não esfrie muito rápido.
Se desejar, polvilhe-as com açúcar fino.
Para madeleines citronnés, siga o mesmo preparo, adicionando a casca ralada de um limão-siciliano junto ao bater do ovo, da gema e o açúcar.

*Falei sobre como clarificar manteiga no post do molho holandês.

P.S. Antes que me perguntem, a forminha, ganhei de presente de uma amiga minha, Simony, que mora nos Estados Unidos. São difíceis de encontrar aqui no Brasil, mas aqui em São Paulo não é impossível.

sábado, 7 de março de 2009

comida de praia

comida de praia

Voltei para São Paulo ontem, estava com a minha irmã no nosso apartamento do Guarujá, este o motivo da louça diferente, vocês não erraram de blog hehehe.
Minha irmã não é uma dona de casa muito zelosa, para ela, não ter comida nos armários ou na geladeira não é motivo de desespero (hehehe mas pra mim é!). Me virei com o que encontrei por lá, um vidro de palmito em conserva, ervilhas congeladas no congelador da geladeira e havia um único pimentão vermelho na gaveta de vegetais. No armário tinha um pacote de penne e azeite e alho também havia bastante.
Refoguei o alho em azeite até quase dourar, juntei as ervilhas congeladas, o pimentão picado pequeno, e por fim o palmito cortado em rodelas, temperei com sal e pimenta. Incorporei à massa já cozida (em água temperada com sal) e escorrida, reguei com mais azeite e servi, com uma salada de alface, única folha que havia na geladeira.
Ah, até que meu penne com palmito, ervilhas e pimentão não fez feio, bem gostoso e leve pra um dia de calor.

'

"hora do rango"

segunda-feira, 2 de março de 2009

mais Rameau



Ando meio sumido, é fato. Vez em quando sinto necessidade de me desligar de tudo, tenho algumas novidades para contar, presentes que ganhei de aniversário, forminhas de madeleines e cortadores que ganhei da Simony, um ralador de alhos provençal que ganhei da Chantal, mas deixo isso para os próximos posts, daqui alguns dias. Por enquanto deixo só isso, uma das minhas obras favoritas de Rameau, Le Rappel Des Oiseaux, tocada em cravo, é uma das minhas músicas favoritas.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

23

É, a descrição de "quem vos escreve" mudou, parabéns para mim.
Agora vamos, parabenizem-me!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

tuiles passionnées

five o'clock tea

O mês de março ainda não chegou, mas as chuvas sim, tem chovido todos os dias aqui em São Paulo. Preocupados com eventuais goteiras no telhado? Relaxem! Já para a cozinha preparar estas deliciosas e crocantes telhas cor-de-sol, para o five o'clock tea. Façam seus próprios telhados com elas.

tuiles aux fruit de la passion

Tuiles aux fruit de la passion (telhas de maracujá)

50g de polpa de de maracujá passada pela peneira
50g de glucose (karo)
50g de açúcar
50g de farinha de trigo
50g de manteiga derretida, fria

Algumas sementes de maracujá para decorar


Misture todos os ingredientes, deixe descansar por 1 hora.
Numa assadeira untada com manteiga espalhe 6 pequenos discos de massa, com cerca de 10cm de diâmetro cada. Leve ao forno a 170° (temperatura baixa) para assar.
Depois de assados, retire do forno e rapidamente solte-os, coloque-os sobre uma superfície cilíndrica (um rolo de abrir massas por exemplo), dando aos biscoitos o formato de uma telha.

Nota do Daniel: É importante prestar bastante atenção na hora de assar, devem assar o suficiente para endurecerem depois de frios e não devem assar demais, para que não perca a bela cor do maracujá. Caso os biscoitos tenham esfriado antes de você os soltar, não se desespere, leve rapidamente a fôrma sobre uma chama do fogão e pronto, eles voltam a se soltar.

tuiles cor de sol

A receita é exatamente como a das telhas de framboesa, já há algum tempo tenho vontade de testar com maracujá, comentei com o Bergamo hoje de manhã e ele me deu algumas dicas, acabei nem precisando reduzir a polpa do maracujá, temia que não desse certo pela polpa do maracujá ser mais líquida que a das framboesas.
Ah, na xícara era chá verde ao jasmim, da Twinings, um dos meus favoritos!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

pescada de duas formas

papinha

Não sei qual das formas é mais simples. Na foto acima, simplesmente sequei bem (com uma folha de papel toalha) o filé de pescada, espremi algumas gotas de sumo de limão, um pouquinho de pimenta branca, passei por farinha de trigo e fritei em óleo vegetal já quente, temperei com sal depois de frito. Servi com estas batatas que já são um clássico aqui em casa, primeiro cozidas em água (sem cozer demais, antes de ficarem muito macias), depois assadas com bastante azeite, alguns ramos de alecrim e alguns dentes de alho. Ah, teve uma salada também, que servi junto mesmo, hehehe como num "PF".

peixe antes

Já nesta foto, fiz en papillote, com o que encontrei na geladeira. Sobre uma folha de papel vegetal coloquei tirinhas alho-poró, cenoura também em tirinhas, alguns tomatinhos, ramos de alecrim, um pouco de vinho branco e um pouco de sumo de limão, temperei com sal e pimenta, fechei bem o papillote (molhando as bordas para selar bem) e levei ao forno.

peixe en papillote

Na hora de servir é uma delícia furar o papillote com a ponta da faca, então abrir e sentir o cheiro de peixe assado. E o melhor, ambas as formas de preparo sujam pouca louça, são fáceis de preparar e também bem rápidas!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

estou só

"Bonjour, dit-il à tout hasard...
Bonjour... bonjour ... bonjour ... répondit l´écho.
Qui êtes-vous? dit le petit prince.
Qui êtes-vous... qui êtes-vous ... qui êtes-vous... répondit l´écho.
Soyez mes amis, je suis seul, dit-il.
Je suis seul... je suis seul ... je suis seul ... répondit l´écho."



"Bom dia, disse ele ao léu...
Bom dia... bom dia... bom dia... respondeu o eco.
Quem és tu? disse o pequeno príncipe.
Quem és tu... quem és tu... quem és tu... respondeu o eco.
Sede meus amigos, eu estou só, disse ele.
Estou só... estou só... estou só... respondeu o eco."



Trecho do livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.


É, estar sozinho não é fácil, não só pela solidão, mas também pela comida. Não é fácil cozinhar só pra um, acabamos tendo preguiça de comer.
Desde que voltei faz uma semana que estou sozinho aqui em casa, acabo comendo só sanduíches e biscoitos.
Hoje resolvi fazer uma salada, não estava com muita fome. Algumas folhas de alface, alguns tomatinhos, pequenos pepinos de conserva, algumas lascas de queijo parmesão, um molho à base de mostarda e pronto, estava pronto meu almoço, acompanhado de dois pedaços de pão.


salada

Mas a formiga que mora dentro de mim falou mais alto. Senti vontade de algo doce. Então, inspirado numa receita de omelete doce que vi no livro "cozinha de bistrô", de Patricia Wells, resolvi inventar minha receita de omelete doce. Eis ela:

omelete doce

Minha receita de omelete doce com calda de pêras
(Para uma pessoa)

1 pêra descascada e cortada em 4 pedaços
1/2 xícara de açúcar demerara
1 colher de sopa de manteiga
1/2 xícara de rum escuro
2 ovos
açúcar refinado para polvilhar

Numa pequena panela, derreta a manteiga, junte o açúcar demerara e em fogo baixo deixe até que o açúcar tenha se derretido. Junte a pêra, mexa por cerca de 1 minuto, para que a pêra seja envolvida pelo caramelo, então junte o rum escuro, e sem parar de mexer cozinhe por mais 2 minutos.
Bata os ovos e numa frigideira com um pouco de manteiga derretida, espalhe os ovos batidos e deixe que eles cozinhem, não deve ficar muito mais de 1 ou 2 minutos no fogo. Dobre a omelete formando um canudo, transfira para um prato, polvilhe com açúcar e cubra com os pedaços de pêra e sua calda.

Com pouquíssimo trabalho, posso dizer que me alimentei bastante bem :)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Azeite ao limão

presente

No natal ganhei de presente da minha irmã esta caixa verde-oliva, dentro dela havia este azeite da Oliviers & CO e também uns grissini que não duraram nem até a foto. Minha mãe também ganhou um igual e andei experimentando lá na praia, o usei em peixes, saladas e também com o palmito lá da praia, em tudo ficou ótimo. O sabor é bem fresco, como se tivesse expremido um limão siciliano naquele mesmo minuto, além do sabor forte do azeite. No site vi uma dica legal, usá-lo em saladas de frutas. Alguém aqui já usou azeites em preparos doces? Ando com esta vontade, este o motivo dos biscoitos de ontem, quero agora fazer mais doces com azeite, especialmente com este, de limão. Sugestões?

presente

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Biscoitos de azeite

Depois das raivas, outra receita de biscoitos portugueses. Tive a idéia de fazer algo doce com um azeite especial que ganhei, sobre ele comento num outro post, acabei usando um azeite comum, de qualidade, mas comum.
Esta receita, portuguesa da região da Beira Alta, é do livro "cozinha tradicional portuguesa", da editora Verbo, livro que eu gosto bastante e recomendo comprarem.

biscoitos de azeite

Biscoitos de azeite (Beira Alta)

8 ovos
250g de açúcar
250ml de azeite
1,100kg de farinha de trigo (aproximadamente)
1 colher de sobremesa de canela em pó
açúcar e canela em pó para polvilhar
1 ovo para pincelar

Tomam-se 5 ovos inteiros e mais 3 gemas e batem-se com o açúcar e uma colher de sobremesa de canela. Junta-se em seguida o azeite, continua a bater-se e adiciona-se finalmente a farinha, batendo sempre. A farinha que se junta é a necessária para se obter uma massa que possa ser tendida. Formam-se então com a ajuda de farinha biscoitos em forma de S, que se pincelam com ovo batido e se polvilham com açúcar e canela. Estes biscoitos que devem ficar bem gordos (não achatados), levam-se a cozer em tabuleiros em forno bem quente durante cerca de 20 minutos.


Nota do Daniel: Não é uma delícia a forma como a receita é escrita? A receita é para uma quantidade enorme de biscoitos, eu a fracionei para uma quantidade bem menor. Uma outra dica é ralar a canela na hora, sempre prefiro à canela já comprada em pó.

chá preto com cassis

Os biscoitos me serviram para acompanhar um chá novo que eu comprei, preto aromatizado com cassis, delicioso!

preto com cassis

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Pescada com camarões e ervilhas

Uma das coisas que fiz lá na praia, bastante simples mas bem gostoso.
Adoro o sabor levemente adocicado das ervilhas junto ao molho de peixe.

pescada com camarões e ervilhas

Pescada com camarões e ervilhas

4 filés de pescada
500 ml de caldo de peixe (de preferência caseiro, ou então um cubinho dissolvido em água quente)
1 dente de alho
1 colher de farinha de trigo
100 ml de azeite de oliva
250g de camarões já limpos
100g de ervilhas frescas ou congeladas
salsa picada
sal e pimenta branca

Descasque e pique o dente de alho, o refogue no azeite até começar a dourar, junte a farinha de trigo e misture bem. Junte o caldo de peixe e deixe ferver por cerca de 1 minuto, então adicione o peixe ao molho com a pele virada para baixo, deixe cozinhar por cerca de 3 minutos. Vire os filés de peixe, junte os camarões e as ervilhas e cozinhe por mais 5 minutos. Acerte o sal e a pimenta, junte a salsa picada e sirva!

Nota: Caso tenha usado caldo de cubinhos, cuidado na hora de acertar o sal, o sal é o maior problema dos cubinhos.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

a praia

Como eu havia prometivo, as fotos:

alaranjado
flor bonita
caminho da praia
bolacha da praia
ondas
cinza com alguma cor
pegadas do Dani
aurora
céu cor-de-rosa
pézinhos
flor bonita!
frutinhas selvagens

Tudo é belo, mas eu já não via a hora de voltar à megalópolis :)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

no escuro

no escuro

O que fazer quando há uma queda de energia? Foi o que me perguntei dia desses, sozinho lá na casa da praia, durante uma queda de energia. Pois bem, acendi uma vela aromatizada de chá verde ao jasmim, botei para tocar o adagio do trio em sol maior Hob XV: 41 de Franz Joseph Haydn (em mp3 gravada no celular) e me diverti lendo sobre arte francesa no século XVIII. Quando eu era pequeno sempre que havia alguma queda de energia, adorava. Algumas velas em castiçais e pronto, estava em outra época.
Mas tudo isso cansa, quedas de energia, mosquitos, calor, até mesmo pegar conchas na praia. Voltei para São Paulo, prometo em breve publicar algumas coisas que andei fazendo por lá e também algumas fotos bonitas. Lá é muito bom para se comprar peixes, também há o palmito cultivado por indígenas, que é delicioso para ser assado na própria casca.
P.S. A pintura do livro é uma das minhas pinturas favoritas, La récureuse, de André Bouys. Se repararem bem, verão ali uma panela de cobre, sendo polida pela criada alheia a qualquer coisa além do seu trabalho. Deve ser por isso que me identifico com ela :)